O tamanho do problema? Na real, isso pouco importa

Problema

Eu não sei porque, mas tenho uma recordação de quando eu era adolescente que diz respeito ao tamanho dos problemas. Na ocasião, uma das minhas amigas estava passando por um problema pessoal, o qual era considerado besteira por parte das meninas, enquanto era visto como um problemão pelas demais. No meio dessa divergência de pontos de vista, a dona do problema disse: “não adianta, você só saberá o tamanho do problema quando estiver passando por ele! ”.

O tamanho do problema... Por alguma razão, isso ficou na minha mente e, sempre quando alguém vinha falar de uma dificuldade comigo, eu pensava que essa pessoa tinha motivos suficientes para enxergar aquele obstáculo como pequeno ou grande e, quando o problema era grande demais, era compreensível o fato de a pessoa não o ter resolvido.

Peraí! Tem alguma coisa errada! Eu acredito de verdade que sempre que nasce um problema, nasce também uma solução, basta ter o conhecimento necessário para encontrá-la. Como então eu poderia aceitar que uma pessoa não venceu o problema porque ele era grande demais?

Foi na leitura do livro “Os segredos da mente milionária”, de T. Harv Eker, que eu encontrei a chave para destravar esse meu conflito mental. Eker escreve que:

“O tamanho do problema nunca é a questão principal, o que importa é o seu próprio tamanho. “

Ou seja, se você está vendo o problema como um GRANDE PROBLEMA, é porque está sendo uma pessoa pequena.

O que fazer então? Mude o foco! Traga para você a responsabilidade de ser maior que esse problema!

Sabe o que acontece a partir do momento em que você decide ser maior do que qualquer problema que possa aparecer? Nada é capaz de lhe segurar!

Sabe onde você pode chegar quando nada lhe segura? Onde você quiser chegar!

Vale a pena?


  • Boa, Adri!
    Fico muito triste de ver muita gente inflacionando os próprios problemas por puro medo de que os problemas sejam muito grandes… Faz sentido?

    • adrianacoyado

      Oi Dani! Que legal você por aqui! =D

      Sim, faz muito sentido! E o pior é que muitas vezes se convencer de que o problema é grande dá mais trabalho e gasta mais energia do que pensar em um jeito de resolvê-lo, não é verdade?